Evangelho (Mateus 25,31-46)
Segunda-Feira, 14 de Março de 2011
1ª Semana da Quaresma
Qual segredo que Jesus revela para todos nós?
Postado por: homilia
março 14th, 2011
Ao dizer chave da vida, quero me referir o grande segredo que Jesus revela para todos nós: O amor! No fundo Jesus revela uma verdade profunda, que quando o homem terminar sua jornada na terra e apresentar-se diante de Deus uma única coisa terá valor para Deus: o amor que ele dedicou ao seu irmão. Qualquer religião que não conduza a este amor é falsa e não tem nenhum valor diante de Deus. E aqueles que não são cristãos? E os que praticam outra religião? E os ateus? Estarão perdidos? A parábola fala de reunir os homens todas as nações, portanto todas as raças, culturas e mesmo religiões diferentes estarão diante de Jesus. O texto, como boa notícia diz nos que não! Todavia, aponta algo sem o qual ninguém vai ao céu.
Aquele que faz o bem ao irmão, mesmo sem reconhecer nele Jesus, mesmo sem aderir a comunidade cristã receberá a recompensa. Já os Santos Padres falavam das “Sementes do Verbo” que são as sementes da Palavra de Deus espalhadas na criação e nos homens que buscam de coração a verdade e o bem. São os cristãos implícitos, pois pelo seu comportamento de justiça, busca do bem comum e amor aos irmãos aderem ao essencial da mensagem de Jesus. E, portanto irão para a festa do Reino! O critério do exame final não será a ortodoxia de doutrina, mas a prática do amor fraterno. Já dizia São João da Cruz: “No entardecer da vida seremos examinados sobre o amor”. É o amor a todo ser humano, e quanto mais necessitado mais ele é nosso próximo!
Assim a chave para não perder a vida é o amor ao irmão! Não adianta só dizer “Senhor, Senhor” (Mt 7,21), mas é preciso amar concretamente. Jesus já dizia que o sinal que distingue seu discípulo é justamente o amor fraterno (Jo 13, 35). Seremos julgados conforme nossa aceitação a Cristo, que não vemos, mas que se identifica com os irmãos mais pequenos (1 Jo 4,20). O próximo é o vídeo onde verificamos nossa conduta, e a solidariedade aos que sofrem o termômetro de nossa vida cristã. Não é à toa que nossa liturgia de Cristo Rei, no ano C, coloca o Evangelho da Paixão neste dia (Lc 23,35-43). A mensagem é a mesma, Jesus Reina pelo amor! Jesus Reina do alto da cruz pela entrega de sua vida para gerar vida plena aos irmãos. É o pastor que dá a vida. É o pastor que cuida de modo especial das ovelhas doentes e mais débeis do rebanho.
Na sua entrega dolorosa, podemos experimentar o quanto o Senhor ama a cada um de nós. Ama e nos pede que amemo-nos como ele amou. Amar na prática do dia a dia deve ser o nosso valor maior. Mas não basta para nós uma ação caritativa apenas assistencialista. Há ocasiões que temos apenas que dar de comer, são situações extremas. Mas a caridade irá mais longe, na promoção da pessoa, na busca de uma melhor educação, na possibilidade de trabalho, e na transformação das estruturas sociais que diminuem o ser humano. Vivemos em sociedade, e todas as nossas ações, têm sempre repercussões sociais, por isto temos que investir nosso trabalho na área da verdadeira política. Não se trata de fazer política partidária, mas de amor ao bem comum. Ainda vale lembrar, mais uma vez, que Deus é justo não porque castiga e condena, mas por que é capaz de transformar as pessoas más em justas! E quem são as ovelhas e os cabritos? Os bons e os maus? Sem dúvida todos nós ás vezes nos comportamos como ovelhas e outras vezes como cabritos! Todos precisamos de uma continua conversão! Que esta Quaresma não seja mais uma e sim, o tempo e a hora de nos voltarmos completamente para Deus na prática do amor!
Pai, reforça minha disposição para amar e servir meus semelhantes, sobretudo, os mais pobres e marginalizados. Esta será a única forma de me preparar para o encontro com Jesus.
Padre Bantu Mendonça
segunda-feira, 14 de março de 2011
Segunda-Feira, 14 de março 2011, 11h44
Testemunhas de Cristo
Você sabe o que é uma testemunha?
Imagine que está havendo um julgamento, e alguém é chamado para testemunhar. Uma testemunha precisa apresentar fatos que traduzam e comprovem suas palavras, mas sim palavras que traduzam e comprovem fatos. A grande promessa do Senhor é esta: “[vós] serdes minhas testemunhas” (At 1,8).
Imagine agora quando Jesus foi julgado. Naquela ocasião, ninguém compareceu para testemunhar a favor dele. Apareceram muitas falsas testemunhas, mas a seu favor ninguém se manifestou.
Não houve ninguém para falar dos milagres de Jesus. Quantas pessoas foram curadas? Pessoa alguma apareceu para falar que Jesus o ressuscitou dentre os mortos, e Jesus ressuscitou a vários! Ninguém apareceu para dizer: “Jesus perdoou os meus pecados”; ou “Jesus transformou a minha vida”; ou, ainda, para dizer: “Jesus falou, e falou ao meu coração; fui atingido, mudado, convertido, pois suas palavras enterneceram o meu coração!”
Neste tempo em que vivemos, o Senhor precisa de testemunhas. A situação é esta: nos dias de hoje, Deus está sendo julgado pelo homem, e sem nenhum testemunho!
O homem construiu o seu mundo, o mundo da sua razão, da sua inteligência; tornou-se o senhor, ao desejar ser O senhor, e, assim, Deus não teve vez. O plano de Deus a nosso respeito, nós que somos filhos criados por amor, para uma eternidade de amor, não teve mais espaço no mundo que o homem construiu.
O Papa João Paulo II dizia que o homem de hoje vive como se Deus não existisse; e o nosso Bento XVI diz que o homem moderno construiu um mundo onde não há lugar para Deus.
A Lei do Senhor não é um peso para nós, ela é libertação. Ela é mais do que as leis que regem os astros, os planetas, o corpo humano, a química, a física, a eletricidade e que existem para mover, para fazer funcionar as coisas todas. A Lei do Senhor é para o nosso bem, a nossa construção, para realizar o projeto do Pai sobre nós.
Testemunhas de Cristo
Você sabe o que é uma testemunha?
Imagine que está havendo um julgamento, e alguém é chamado para testemunhar. Uma testemunha precisa apresentar fatos que traduzam e comprovem suas palavras, mas sim palavras que traduzam e comprovem fatos. A grande promessa do Senhor é esta: “[vós] serdes minhas testemunhas” (At 1,8).
Imagine agora quando Jesus foi julgado. Naquela ocasião, ninguém compareceu para testemunhar a favor dele. Apareceram muitas falsas testemunhas, mas a seu favor ninguém se manifestou.
Não houve ninguém para falar dos milagres de Jesus. Quantas pessoas foram curadas? Pessoa alguma apareceu para falar que Jesus o ressuscitou dentre os mortos, e Jesus ressuscitou a vários! Ninguém apareceu para dizer: “Jesus perdoou os meus pecados”; ou “Jesus transformou a minha vida”; ou, ainda, para dizer: “Jesus falou, e falou ao meu coração; fui atingido, mudado, convertido, pois suas palavras enterneceram o meu coração!”
Neste tempo em que vivemos, o Senhor precisa de testemunhas. A situação é esta: nos dias de hoje, Deus está sendo julgado pelo homem, e sem nenhum testemunho!
O homem construiu o seu mundo, o mundo da sua razão, da sua inteligência; tornou-se o senhor, ao desejar ser O senhor, e, assim, Deus não teve vez. O plano de Deus a nosso respeito, nós que somos filhos criados por amor, para uma eternidade de amor, não teve mais espaço no mundo que o homem construiu.
O Papa João Paulo II dizia que o homem de hoje vive como se Deus não existisse; e o nosso Bento XVI diz que o homem moderno construiu um mundo onde não há lugar para Deus.
A Lei do Senhor não é um peso para nós, ela é libertação. Ela é mais do que as leis que regem os astros, os planetas, o corpo humano, a química, a física, a eletricidade e que existem para mover, para fazer funcionar as coisas todas. A Lei do Senhor é para o nosso bem, a nossa construção, para realizar o projeto do Pai sobre nós.
domingo, 13 de março de 2011
Amigos, presentes do céu!!
Eu rezei para que você viesse muito antes
de nos conhecermos sem saber quem poderia vir.
Eu pedi a Deus que me mandasse um amigo, alguém escolhido só pra mim, alguém que tivesse fé e Sabedoria em seus atos.
Um amigo para ajudar-me e guiar-me nas tribulações diárias, já que sempre em nossa vida nós precisamos de alguém para ouvir o que dizemos.
Alguém que não nos julgará nem nos condenará, mas apoiará enquanto falarmos.
O caminho estreito que escolhemos seguir pode algumas vezes nos desanimar e ter um
amigo para nos amparar na queda nos ensina a humildade.
Quando eu pedi a Deus para mandar-me um amigo, apesar de muitos que vieram e partiram, Ele me deu muito mais do que eu jamais pedi: Ele me mandou você.
Agradeço, Senhor, por me mandares meu Amigo.
Agradeço a você por aceitar ser meu presente dado por Deus.
Por ser meu amigo!
Eu rezei para que você viesse muito antes
de nos conhecermos sem saber quem poderia vir.
Eu pedi a Deus que me mandasse um amigo, alguém escolhido só pra mim, alguém que tivesse fé e Sabedoria em seus atos.
Um amigo para ajudar-me e guiar-me nas tribulações diárias, já que sempre em nossa vida nós precisamos de alguém para ouvir o que dizemos.
Alguém que não nos julgará nem nos condenará, mas apoiará enquanto falarmos.
O caminho estreito que escolhemos seguir pode algumas vezes nos desanimar e ter um
amigo para nos amparar na queda nos ensina a humildade.
Quando eu pedi a Deus para mandar-me um amigo, apesar de muitos que vieram e partiram, Ele me deu muito mais do que eu jamais pedi: Ele me mandou você.
Agradeço, Senhor, por me mandares meu Amigo.
Agradeço a você por aceitar ser meu presente dado por Deus.
Por ser meu amigo!
http://www.youtube.com/watch?v=m9PvZACRHcg
Evangelho (Mateus 4,1-11)
Domingo, 13 de Março de 2011
1º Domingo da Quaresma
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1o Espírito conduziu Jesus ao deserto, para ser tentado pelo diabo.2Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, e, depois disso, teve fome. 3Então, o tentador aproximou-se e disse a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães!” 4Mas Jesus respondeu: “Está escrito: ‘Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus’”.
5Então o diabo levou Jesus à Cidade Santa, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo,6e lhe disse: “Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo! Porque está escrito: ‘Deus dará ordens aos seus anjos a teu respeito, e eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”. 7Jesus lhe respondeu: “Também está escrito: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus!’”
8Novamente, o diabo levou Jesus para um monte muito alto. Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória, 9e lhe disse: “Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar”. 10Jesus lhe disse: “Vai-te embora, Satanás, porque está escrito: ‘Adorarás ao Senhor, teu Deus, e somente a ele prestarás culto’”. 11Então o diabo o deixou. E os anjos se aproximaram e serviram a Jesus.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
MEDITAÇÃO
Paz e Misericórdia!!
Olá amados, estamos no primeiro domingo da Quaresma, que é um momento forte de conversão e mudança radical de vida, Por isso é importante nos lançamos em escolhas que nos ajude nesta transformação é justamente ai que entra a importância do Jejum, as mortificações e os propósitos.
Neste Evangelho, Jesus foi tentado no deserto pelo diabo, onde passou 40 dias e teve fome, passou dificuldades, porém ao mesmo tempo em que era tentado, provou a sua fidelidade a Deus, se manteve firme em e fiel. Este período nos lembra os 40 anos do povo hebreu no deserto, buscando a terra prometida, tempo este de muitas lutas.
Diante do projeto de Deus para todos nós Deus, podemos resistir as tentações não contando com os nossos esforços, mas com a força da palavra de Deus que tem poder, ela é rocha na qual devemos solidificar as nossas escolhas. Porque dia após dia vem nos mostrar no que precisamos nos converter.
Que o Senhor nos cumule de forças nesta Quaresma para mantermos nossa fidelidade à Deus, sem desanimar, nossa resposta seja sempre um sim a Deus, um sim à vida com um grande sorriso
Fique na paz um grande abraço a todos!
Evangelho (Mateus 4,1-11)
Domingo, 13 de Março de 2011
1º Domingo da Quaresma
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1o Espírito conduziu Jesus ao deserto, para ser tentado pelo diabo.2Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, e, depois disso, teve fome. 3Então, o tentador aproximou-se e disse a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães!” 4Mas Jesus respondeu: “Está escrito: ‘Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus’”.
5Então o diabo levou Jesus à Cidade Santa, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo,6e lhe disse: “Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo! Porque está escrito: ‘Deus dará ordens aos seus anjos a teu respeito, e eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”. 7Jesus lhe respondeu: “Também está escrito: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus!’”
8Novamente, o diabo levou Jesus para um monte muito alto. Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória, 9e lhe disse: “Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar”. 10Jesus lhe disse: “Vai-te embora, Satanás, porque está escrito: ‘Adorarás ao Senhor, teu Deus, e somente a ele prestarás culto’”. 11Então o diabo o deixou. E os anjos se aproximaram e serviram a Jesus.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
MEDITAÇÃO
Paz e Misericórdia!!
Olá amados, estamos no primeiro domingo da Quaresma, que é um momento forte de conversão e mudança radical de vida, Por isso é importante nos lançamos em escolhas que nos ajude nesta transformação é justamente ai que entra a importância do Jejum, as mortificações e os propósitos.
Neste Evangelho, Jesus foi tentado no deserto pelo diabo, onde passou 40 dias e teve fome, passou dificuldades, porém ao mesmo tempo em que era tentado, provou a sua fidelidade a Deus, se manteve firme em e fiel. Este período nos lembra os 40 anos do povo hebreu no deserto, buscando a terra prometida, tempo este de muitas lutas.
Diante do projeto de Deus para todos nós Deus, podemos resistir as tentações não contando com os nossos esforços, mas com a força da palavra de Deus que tem poder, ela é rocha na qual devemos solidificar as nossas escolhas. Porque dia após dia vem nos mostrar no que precisamos nos converter.
Que o Senhor nos cumule de forças nesta Quaresma para mantermos nossa fidelidade à Deus, sem desanimar, nossa resposta seja sempre um sim a Deus, um sim à vida com um grande sorriso
Fique na paz um grande abraço a todos!
Sementes de Vida?
Um jardim bem regado:
Antônio de Pádua Costa de Almeida
Alvos e instrumentos da misericórdia
Quando decidimos pela rejeição do mal e pela prática do bem, Deus nos cumula com toda a sorte de bênçãos. Animados por esta esperança, exercitemos o amor entre nós, em especial socorrendo os mais necessitados, e a luz do Senhor resplandecerá no meio de nós, afastando toda escuridão, conduzindo-nos à autêntica felicidade, renovando a cada dia nossas forças. Quando vivemos a bondade, Deus faz de nós um jardim bem regado pela Sua graça.
Tenhamos a vontade do Senhor como prioridade na nossa vida e teremos a garantia da alegria eterna, alcançando o cumprimento de todas as Suas promessas.
Recorramos a Ele com confiança, reconhecendo nossos pecados, fraquezas e limitações, suplicando o Seu auxílio. Peçamos que Ele nos ensine a andar nos Seus caminhos e a crescer na amizade com Ele. Invoquemos a Sua proteção e coloquemos n’Ele a nossa esperança. Confiemos na bondade e na clemência de Deus e oremos para que Ele nos anime a trilhar com alegria o caminho da santidade. Deus não quer que morramos nos nossos pecados, mas, que voltemos à comunhão com Ele, convertendo-nos e vivendo para sempre.
Por meio de Seu Filho Jesus, Deus vem ao nosso encontro, para tirar o pecado do nosso coração e nos chamar à vida na graça. Precisamos acolher prontamente o chamado que Cristo nos faz, decidindo pelo Seu seguimento, pela imitação da Sua vida. E, uma vez tendo experimentado, em Jesus, a misericórdia do Pai, devemos nos colocar como Seus instrumentos para levá-la a muitos outros, tão necessitados como nós. Não nos deixemos abater pelos nossos pecados, nem nos afastemos de nossos irmãos por conta dos seus. Lembremos de que o Filho de Deus se encarnou no meio de nós exatamente para nos revelar o amor misericordioso do Pai, chamando os pecadores à conversão.
Peçamos a Jesus que nos santifique e faça de nós instrumentos de santificação na vida de muitos. Invoquemos o auxílio de Nossa Senhora, para que ela nos anime no caminho da oração, de modo que, por meio dele, alcancemos a santidade. Como Maria, acolhamos a intervenção de Deus na nossa história.
Reconheçamos a nossa fraqueza e nos abramos à graça de Deus, para que sejamos santos, correspondendo ao Seu chamado. Atendamos ao convite que Jesus nos faz à felicidade, deixemo-nos transformar pelo Seu Espírito, vivamos santamente e sejamos testemunhas da misericórdia do Pai.
(cf. Isaías 58,9b-14; Salmo 85,1-6; Lucas 5,27-32)
Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde
Um jardim bem regado:
Antônio de Pádua Costa de Almeida
Alvos e instrumentos da misericórdia
Quando decidimos pela rejeição do mal e pela prática do bem, Deus nos cumula com toda a sorte de bênçãos. Animados por esta esperança, exercitemos o amor entre nós, em especial socorrendo os mais necessitados, e a luz do Senhor resplandecerá no meio de nós, afastando toda escuridão, conduzindo-nos à autêntica felicidade, renovando a cada dia nossas forças. Quando vivemos a bondade, Deus faz de nós um jardim bem regado pela Sua graça.
Tenhamos a vontade do Senhor como prioridade na nossa vida e teremos a garantia da alegria eterna, alcançando o cumprimento de todas as Suas promessas.
Recorramos a Ele com confiança, reconhecendo nossos pecados, fraquezas e limitações, suplicando o Seu auxílio. Peçamos que Ele nos ensine a andar nos Seus caminhos e a crescer na amizade com Ele. Invoquemos a Sua proteção e coloquemos n’Ele a nossa esperança. Confiemos na bondade e na clemência de Deus e oremos para que Ele nos anime a trilhar com alegria o caminho da santidade. Deus não quer que morramos nos nossos pecados, mas, que voltemos à comunhão com Ele, convertendo-nos e vivendo para sempre.
Por meio de Seu Filho Jesus, Deus vem ao nosso encontro, para tirar o pecado do nosso coração e nos chamar à vida na graça. Precisamos acolher prontamente o chamado que Cristo nos faz, decidindo pelo Seu seguimento, pela imitação da Sua vida. E, uma vez tendo experimentado, em Jesus, a misericórdia do Pai, devemos nos colocar como Seus instrumentos para levá-la a muitos outros, tão necessitados como nós. Não nos deixemos abater pelos nossos pecados, nem nos afastemos de nossos irmãos por conta dos seus. Lembremos de que o Filho de Deus se encarnou no meio de nós exatamente para nos revelar o amor misericordioso do Pai, chamando os pecadores à conversão.
Peçamos a Jesus que nos santifique e faça de nós instrumentos de santificação na vida de muitos. Invoquemos o auxílio de Nossa Senhora, para que ela nos anime no caminho da oração, de modo que, por meio dele, alcancemos a santidade. Como Maria, acolhamos a intervenção de Deus na nossa história.
Reconheçamos a nossa fraqueza e nos abramos à graça de Deus, para que sejamos santos, correspondendo ao Seu chamado. Atendamos ao convite que Jesus nos faz à felicidade, deixemo-nos transformar pelo Seu Espírito, vivamos santamente e sejamos testemunhas da misericórdia do Pai.
(cf. Isaías 58,9b-14; Salmo 85,1-6; Lucas 5,27-32)
Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde
Sementes de Vida?
A vitória sobre as tentações:
Antônio de Pádua Costa de Almeida - 13/Março/2011
Vencendo pela obediência a Deus
Deus nos criou, soprou em nós Sua própria vida e colocou à nossa disposição a obra da criação, dando-nos todas as condições para que fôssemos felizes. A única exigência que Ele estabeleceu foi que permanecêssemos obedientes a Ele, deixando que nos indicasse como praticar o bem e evitar o mal. Sabendo disto, Satanás, uma vez expulso do Céu pela sua rebeldia, veio ao encontro do homem e da mulher, com sua astúcia e com suas mentiras, para desviá-los da vontade do Criador, levando-os à desobediência, ao pecado, à separação de Deus.
Na nossa vida, o demônio repete esta estratégia a cada dia e nos ilude com suas seduções para que achemos que Deus não quer o melhor para nós e que a desobediência a Ele nos trará algum benefício. Somos atraídos pelas propostas do tentador, desejamos o que não nos convém e caímos no mesmo erro de Adão e Eva. Só depois da queda percebemos a tolice que cometemos e passamos a sofrer as consequências, procurando de algum modo remediar a triste situação na qual nos colocamos.
Feridos pelo pecado, não devemos nos desesperar, mas, nos abandonarmos na misericórdia de Deus, na imensidão do Seu amor, reconhecendo nossas faltas, o mal que praticamos, e clamando o Seu perdão. Deus pode e quer restaurar a pureza do nosso coração e, consequentemente, a nossa alegria e a nossa decisão pelo bem. De modo que, felizes, cheios do Espírito santo, possamos louvá-Lo com a nossa existência.
É por meio de Cristo que somos libertos do pecado, reconciliados com Deus e santificados pelo Seu Espírito. Quando, sinceramente arrependidos, rejeitamos a rebeldia à vontade Pai e nos unimos à obediência do Filho que se fez homem, nos abrimos ao Espírito Santo, à abundância da Sua graça, e somos completamente justificados, restaurados à imagem e semelhança do nosso Criador. Tenhamos sempre a certeza de que a graça de Deus, que nos vem por meio de Jesus, é sempre maior que os nossos pecados.
Cristo nos ensina como resistir e vencer as tentações do demônio. Pois, assim como Ele, como filhos de Deus que somos pelo nosso batismo, também seremos tentados no decorrer da nossa história no deserto desta vida. Entendamos que Deus nos permite a tentação para que percebamos os nossos limites humanos e possamos superá-los, com o auxílio da Sua graça, unindo-nos à vitória de Seu Filho Jesus, permanecendo obedientes à Sua Palavra.
O Tentador se aproxima de nós especialmente nas ocasiões em que enfrentamos dificuldades e privações, questionando-nos quanto à fidelidade de Deus diante da nossa condição como Seus filhos. Nas ofertas sedutoras do Maligno estarão sempre propostas desordenadas de prazer, poder e posses. Cristo nos aponta como vitória sobre as tentações a certeza de que a única realidade que nos é essencial é a Palavra de Deus e a obediência confiante a tudo o que Ele nos ordena, adorando-O como nosso único Senhor. Quando nos decidimos firmemente pela obediência a Deus, expulsamos o Diabo do nosso meio e nos abrimos à fiel assistência do Pai, que nos socorre com a Sua Divina Providência, enviando-nos Seus mensageiros para nos auxiliarem em nossas necessidades.
Peçamos a Jesus que nos ajude a perceber e a resistir à seduções do Maligno, imitando a Sua fidelidade ao Pai, fortalecidos pelo Seu Espírito, de maneira que alcancemos a Sua mesma vitória sobre o Mau.
CONTINUA...
(cf. Gênesis 2,7-9; Salmo 50,3-6a.12-14.17;
Romanos 5,12-19; Mateus 4,1-11)
Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde!
A vitória sobre as tentações:
Antônio de Pádua Costa de Almeida - 13/Março/2011
Vencendo pela obediência a Deus
Deus nos criou, soprou em nós Sua própria vida e colocou à nossa disposição a obra da criação, dando-nos todas as condições para que fôssemos felizes. A única exigência que Ele estabeleceu foi que permanecêssemos obedientes a Ele, deixando que nos indicasse como praticar o bem e evitar o mal. Sabendo disto, Satanás, uma vez expulso do Céu pela sua rebeldia, veio ao encontro do homem e da mulher, com sua astúcia e com suas mentiras, para desviá-los da vontade do Criador, levando-os à desobediência, ao pecado, à separação de Deus.
Na nossa vida, o demônio repete esta estratégia a cada dia e nos ilude com suas seduções para que achemos que Deus não quer o melhor para nós e que a desobediência a Ele nos trará algum benefício. Somos atraídos pelas propostas do tentador, desejamos o que não nos convém e caímos no mesmo erro de Adão e Eva. Só depois da queda percebemos a tolice que cometemos e passamos a sofrer as consequências, procurando de algum modo remediar a triste situação na qual nos colocamos.
Feridos pelo pecado, não devemos nos desesperar, mas, nos abandonarmos na misericórdia de Deus, na imensidão do Seu amor, reconhecendo nossas faltas, o mal que praticamos, e clamando o Seu perdão. Deus pode e quer restaurar a pureza do nosso coração e, consequentemente, a nossa alegria e a nossa decisão pelo bem. De modo que, felizes, cheios do Espírito santo, possamos louvá-Lo com a nossa existência.
É por meio de Cristo que somos libertos do pecado, reconciliados com Deus e santificados pelo Seu Espírito. Quando, sinceramente arrependidos, rejeitamos a rebeldia à vontade Pai e nos unimos à obediência do Filho que se fez homem, nos abrimos ao Espírito Santo, à abundância da Sua graça, e somos completamente justificados, restaurados à imagem e semelhança do nosso Criador. Tenhamos sempre a certeza de que a graça de Deus, que nos vem por meio de Jesus, é sempre maior que os nossos pecados.
Cristo nos ensina como resistir e vencer as tentações do demônio. Pois, assim como Ele, como filhos de Deus que somos pelo nosso batismo, também seremos tentados no decorrer da nossa história no deserto desta vida. Entendamos que Deus nos permite a tentação para que percebamos os nossos limites humanos e possamos superá-los, com o auxílio da Sua graça, unindo-nos à vitória de Seu Filho Jesus, permanecendo obedientes à Sua Palavra.
O Tentador se aproxima de nós especialmente nas ocasiões em que enfrentamos dificuldades e privações, questionando-nos quanto à fidelidade de Deus diante da nossa condição como Seus filhos. Nas ofertas sedutoras do Maligno estarão sempre propostas desordenadas de prazer, poder e posses. Cristo nos aponta como vitória sobre as tentações a certeza de que a única realidade que nos é essencial é a Palavra de Deus e a obediência confiante a tudo o que Ele nos ordena, adorando-O como nosso único Senhor. Quando nos decidimos firmemente pela obediência a Deus, expulsamos o Diabo do nosso meio e nos abrimos à fiel assistência do Pai, que nos socorre com a Sua Divina Providência, enviando-nos Seus mensageiros para nos auxiliarem em nossas necessidades.
Peçamos a Jesus que nos ajude a perceber e a resistir à seduções do Maligno, imitando a Sua fidelidade ao Pai, fortalecidos pelo Seu Espírito, de maneira que alcancemos a Sua mesma vitória sobre o Mau.
CONTINUA...
(cf. Gênesis 2,7-9; Salmo 50,3-6a.12-14.17;
Romanos 5,12-19; Mateus 4,1-11)
Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde!
Você deixa tudo nas mãos de Deus?
12, março, 2011
No Sermão da Montanha, narrado por São Mateus nos capítulos 5 e 6 de seu Evangelho, Nosso Senhor Jesus Cristo se refere à nossa preocupação excessiva com as coisas do dia-a-dia, que acabam por nos fazer esquecer da elevação de nossa mente ao desejo dos bens celestes.
Assim, o Divino Mestre convida a multidão – e a nós, hoje! – a olhar os pássaros no céu e os lírios do campo. Que esforço fazem para ser o que são? Que preocupações ocupam seu viver? Óbvio que se trata de um convite à confiança no cuidado de um Pai para com seus filhos.
Confiança talvez seja, aqui, a palavra-chave. Confiar é entregar-se à certeza de que o Senhor irá prover aquilo de melhor para cada um de nós, ainda que por algumas vezes não consigamos enxergar Seus desígnios, ou entender para onde estamos sendo levados. Crendo num Deus que quer o melhor para cada um de nós, podemos viver como Santo Inácio de Loyola nos ensinou, fazendo tudo como se dependêssemos somente dos nossos esforços, mas esperando como se tudo dependesse apenas de Deus. Esse é o verdadeiro significado da confiança.
O cuidado de Deus para conosco não significa que tudo nos será proporcionado sem qualquer limite; ao contrário, a preocupação com a manutenção da vida é necessária. O alimento não chega à boca do pássaro: ele tem que fazer o esforço de buscá-lo e dar aos seus filhotes. Também o lírio precisa sugar a água da terra, lançar suas raízes, enfim, “esforçar-se” para manter-se vivo. Cabe ao homem cuidar da vida que recebeu e esforçar-se para mantê-la com qualidade. O resto, cabe a Deus, pela graça que Dele recebemos.
Portanto, possamos nos ocupar não com aquilo que o tempo corrói, mas com aquilo que possa ter um efeito definitivo: o reino de Deus e sua justiça, porque o resto nos será dado por acréscimo.
12, março, 2011
No Sermão da Montanha, narrado por São Mateus nos capítulos 5 e 6 de seu Evangelho, Nosso Senhor Jesus Cristo se refere à nossa preocupação excessiva com as coisas do dia-a-dia, que acabam por nos fazer esquecer da elevação de nossa mente ao desejo dos bens celestes.
Assim, o Divino Mestre convida a multidão – e a nós, hoje! – a olhar os pássaros no céu e os lírios do campo. Que esforço fazem para ser o que são? Que preocupações ocupam seu viver? Óbvio que se trata de um convite à confiança no cuidado de um Pai para com seus filhos.
Confiança talvez seja, aqui, a palavra-chave. Confiar é entregar-se à certeza de que o Senhor irá prover aquilo de melhor para cada um de nós, ainda que por algumas vezes não consigamos enxergar Seus desígnios, ou entender para onde estamos sendo levados. Crendo num Deus que quer o melhor para cada um de nós, podemos viver como Santo Inácio de Loyola nos ensinou, fazendo tudo como se dependêssemos somente dos nossos esforços, mas esperando como se tudo dependesse apenas de Deus. Esse é o verdadeiro significado da confiança.
O cuidado de Deus para conosco não significa que tudo nos será proporcionado sem qualquer limite; ao contrário, a preocupação com a manutenção da vida é necessária. O alimento não chega à boca do pássaro: ele tem que fazer o esforço de buscá-lo e dar aos seus filhotes. Também o lírio precisa sugar a água da terra, lançar suas raízes, enfim, “esforçar-se” para manter-se vivo. Cabe ao homem cuidar da vida que recebeu e esforçar-se para mantê-la com qualidade. O resto, cabe a Deus, pela graça que Dele recebemos.
Portanto, possamos nos ocupar não com aquilo que o tempo corrói, mas com aquilo que possa ter um efeito definitivo: o reino de Deus e sua justiça, porque o resto nos será dado por acréscimo.
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